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	<title>Omniplast &#187; Sustentabilidade</title>
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		<title>Alternativa: lixo como solução energética</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 23:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A cidade de São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista, vai gerar energia limpa por meio da incineração do lixo que não é reciclado. A prefeitura adotou um sistema que vai gerar cerca de 30 MWh de energia. A geração do Sistema de Processamento e Aproveitamento de Resíduos e Unidade de Recuperação Energética (SPAR-URE) [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/alternativa-lixo-como-solucao-energetica"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lixo-reciclado-e1335225737163-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="lixo reciclado" title="lixo reciclado" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/alternativa-lixo-como-solucao-energetica' addthis:title='Alternativa: lixo como solução energética '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>A cidade de São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista, vai gerar energia limpa por meio da incineração do lixo que não é reciclado. A prefeitura adotou um sistema que vai gerar cerca de 30 MWh de energia. A geração do Sistema de Processamento e Aproveitamento de Resíduos e Unidade de Recuperação Energética (SPAR-URE) será suficiente para abastecer a iluminação pública e domicílios de uma cidade, que possui cerca de 300 mil habitantes. Segundo a prefeitura de São Bernardo do Campo, os investimentos ficarão entre R$ 450 milhões e R$ 600 milhões. O excedente também poderá ser comercializado no mercado ou utilizado para a redução de custos da prefeitura com limpeza pública.</p>
<p><a href="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lixo-energético-e1335225487413.jpg"><img width="292"  alt="" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/themes/striking/cache/images/lixo-energético-e1335225487413-292x166.jpg" /></a> A licitação para a instalação da usina de recuperação de energia está em andamento e será feita por meio de uma parceria público privada. A proposta apresentada pelo consórcio SBC Valorização de Resíduos Revita e Lara foi habilitada e encontra-se em fase de análise técnica e comercial. O contrato deve ser assinado no primeiro semestre deste ano.<br />
O SPAR-URE deve ser instalado em uma área do antigo Lixão do Alvarenga, com cerca de 90 mil metros quadrados, que deverá ser recuperado. O sistema foi elaborado a partir das diretrizes da Conferência Municipal de Saneamento Ambiental, realizada em 2010, e definido no plano municipal de resíduos sólidos.</p>
<p>São Bernardo gasta R$ 14 milhões por ano para descartar 100% de resíduos sólidos no aterro Lara, em Mauá. Atualmente, são geradas 700 toneladas de lixo por dia em São Bernardo, sendo 45,8% de matéria orgânica, 1,3% de madeira, 20,4% de papel/papelão, 16% de plástico, 3% de metais, 2% de vidros, 4,4% de fraldas descartáveis, 5,6% de materiais têxteis/couro/calçados, 1,4% resíduos de construção civil e 0,22% de resíduos especiais.<br />
Fonte: Ambiente Energia / publicado no Blog <a href="http://energiasalternativaserenovaveis.blogspot.com.br" target="_blank">Energias alternativas e Renováveis</a>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/alternativa-lixo-como-solucao-energetica' addthis:title='Alternativa: lixo como solução energética ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/alternativa-lixo-como-solucao-energetica"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lixo-reciclado-e1335225737163-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="lixo reciclado" title="lixo reciclado" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desperdício: resíduos sólidos &#8211; retrato da indiferença</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 23:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os resíduos sólidos, a maior parte é comida jogada fora, que, além de não ser dada a quem precisa, aumenta a poluição Com o foco dos debates sobre resíduos urbano centrado na reciclagem, pouca atenção se tem dado a outra enorme &#8211; e perigosa &#8211; montanha de sujeira: os restos de alimento que vão [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/desperdicio-residuos-solidos-retrato-da-indiferenca"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desperdicio-comida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="desperdicio-comida" title="desperdicio-comida" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/desperdicio-residuos-solidos-retrato-da-indiferenca' addthis:title='Desperdício: resíduos sólidos &#8211; retrato da indiferença '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<h3>Entre os resíduos sólidos, a maior parte é comida jogada fora, que, além de não ser dada a quem precisa, aumenta a poluição</h3>
<p>Com o foco dos debates sobre resíduos urbano centrado na reciclagem, pouca atenção se tem dado a outra enorme &#8211; e perigosa &#8211; montanha de sujeira: os restos de alimento que vão para a lixeira. Dados recentemente divulgados pela FAO, o órgão das Nações Unidas que trata de alimentação e agricultura, mostram que a cada ano 1,3 bilhão de toneladas de comida, cerca de um terço de tudo o que se produz, são perdidas ou por manipulação indevida, ou por ser jogadas fora.</p>
<p>No Brasil, são mais de 25 milhões de toneladas de alimentos que vão parar no lixo todo ano, montante equivalente a 12 bilhões de reais e suficiente para alimentar 30 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, desperdiça-se ainda mais: a EPA, agência de proteção do meio ambiente, calcula que 30 milhões de toneladas de comida sejam eliminadas &#8211; de longe a maior parcela dos resíduos sólidos, em peso. Nas grandes cidades, os latões de restaurantes estão sempre lotados.</p>
<p>Por mais espantosos que sejam os números apenas pelo desperdício, restos de comida têm outro efeito deletério: lançados nos aterros, alimentos em geral se biodegradam, mas em contrapartida produzem gás metano, um dos grandes responsáveis pelo efeito estufa (23 vezes mais danoso do que o gás carbônico). Uma maneira simples de reverter o desperdício seria o encaminhamento dos restos aproveitáveis para comunidades carentes, prática pouco usada.</p>
<p>Outra é a compostagem, como é chamado o conjunto de técnicas para transformar resto de comida em adubo, também pouco praticada &#8211; nos Estados Unidos, a reciclagem de alimentos por este e outros métodos é de 2% do lixo total.</p>
<p>Fonte: Lizia Bydlowski para <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/comida-jogada-fora-aumenta-poluicao-682620.shtml" target="_blank">Planeta Sustentável</a>.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/desperdicio-residuos-solidos-retrato-da-indiferenca' addthis:title='Desperdício: resíduos sólidos &#8211; retrato da indiferença ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/desperdicio-residuos-solidos-retrato-da-indiferenca"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desperdicio-comida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="desperdicio-comida" title="desperdicio-comida" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>China terá 3% da eletricidade gerada por energia eólica até 2015</title>
		<link>http://www.omniplast.com.br/china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica-ate-2015</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 22:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por sua gigantesca população e o grande desenvolvimento industrial, a China é um dos maiores poluentes do planeta. O país está fazendo grandes investimentos em aerogeradores e com isso 3% da energia produzida, cerca de 190 bilhões de kilowatts/hora anuais, virá da energia eólica até 2015. Sendo assim, a China dobrará sua capacidade produtiva desse [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica-ate-2015"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Siemens_EON2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="Energia eólica na China" title="Energia eólica na  China" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica-ate-2015' addthis:title='China terá 3% da eletricidade gerada por energia eólica até 2015 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>Por sua gigantesca população e o grande desenvolvimento industrial, a China é um dos maiores poluentes do planeta. </p>
<p>O país está fazendo grandes investimentos em aerogeradores e com isso 3% da energia produzida, cerca de 190 bilhões de kilowatts/hora anuais, virá da energia eólica até 2015. Sendo assim, a China dobrará sua capacidade produtiva desse tipo de energia que hoje é de 1,5%.</p>
<p>O mercado eólico chinês multiplicou por dois sua capacidade de geração anual instalada entre 2005 e 2009, e só em 2010 acrescentou outros 18,9 gigawatts de capacidade, que De acordo com os dados atuais, a produção de energia eólica na china já supera a dos Estados Unidos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1016583-em-2015-china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica.shtml" title="Folha.com" target="_blank">http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1016583-em-2015-china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica.shtml</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica-ate-2015' addthis:title='China terá 3% da eletricidade gerada por energia eólica até 2015 ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/china-tera-3-da-eletricidade-gerada-por-energia-eolica-ate-2015"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Siemens_EON2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="Energia eólica na China" title="Energia eólica na  China" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 13:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda estamos muito longe de atingir as metas de redução dos impactos climáticos estabelecidos pela ONU. Segundo estudo realizado, houve aumento e não redução das emissões de gases no Brasil. Durante as reuniões de negociação realizadas pela ONU no Panamá, o Rastreador de Ação Climática detectou uma grande distância entre as metas estabelecidas e os [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/aumento-das-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-do-brasil"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/10/aquecimento-global-efeito-estufa-mudanca-climatica-poluicao-atmosfera-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="Aquecimento global tem emissões de gases recorde em 2010" title="aquecimento-global-efeito-estufa-mudanca-climatica-poluicao-atmosfera" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/aumento-das-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-do-brasil' addthis:title='Aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>Ainda estamos muito longe de atingir as metas de redução dos impactos climáticos estabelecidos pela ONU. Segundo estudo realizado, houve aumento e não redução das emissões de gases no Brasil.</p>
<p>Durante as reuniões de negociação realizadas pela ONU no Panamá, o Rastreador de Ação Climática detectou uma grande distância entre as metas estabelecidas e os reais números coletados.</p>
<p>A Cúpula Climática da ONU, que ocorrerá no final deste ano, se reunirá novamente em Durban, na África do Sul. No último encontro em 2009, os participantes acordaram em limitar a elevação da temperatura na Terra a 2 graus Celsius. No caso do Brasil,  esse será bem maior que a projetação.</p>
<p>A Floresta Amazônica brasileira perdeu 7.000 km<sup>2 </sup>com o desmatamento, segundo números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na segunda-feira, 03 de outubro.</p>
<p>Na China, país que detém o título de maior emissor de dióxido de carbono, as emissões deste gás considerado o responsável pelo aumento da temperatura no planeta estão crescendo mais rápido do que se pensava.</p>
<p>O futuro do Protocolo de Kyoto ainda é um mistério, já que suas obrigações terminarão em 2012 e não há novo pacto para substituí-lo.</p>
<p>A conferência de Durban começará em 28 de novembro e é vista como a última oportunidade de se tomar uma decisão com relação ao período pós-Kyoto.</p>
<p><a title="Leia reportagem completa aqui" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/planeta-esta-longe-de-mitigar-mudancas-climaticas-alerta-estudo/n1597258088746.html">Leia reportagem completa aqui</a></p>
<p>Fonte:  www.ultimosegundo.ig.com.br
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/aumento-das-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-do-brasil' addthis:title='Aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/aumento-das-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-do-brasil"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/10/aquecimento-global-efeito-estufa-mudanca-climatica-poluicao-atmosfera-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="Aquecimento global tem emissões de gases recorde em 2010" title="aquecimento-global-efeito-estufa-mudanca-climatica-poluicao-atmosfera" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>6º Encontro Brasileiro de Hidroponia</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 01:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[cultivo na água]]></category>
		<category><![CDATA[Hidroponia]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e pelo Laboratório de Hidroponia – LabHidro, com apoio da FAPESC, CNPq e empresas parceiras, tem por objetivo promover a interação entre os produtores de hidropônicos e suas experiências, permitir o intercâmbio de informações com os palestrantes, consolidar redes de pesquisa, fortalecer a representatividade da hidroponia [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/6%c2%ba-encontro-brasileiro-de-hidroponia"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/09/encontro_brasileiro_hidroponia_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="encontro_brasileiro_hidroponia_1" title="encontro_brasileiro_hidroponia_1" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/6%c2%ba-encontro-brasileiro-de-hidroponia' addthis:title='6º Encontro Brasileiro de Hidroponia '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>Realizado pela <strong>Universidade Federal de Santa Catarina</strong> – <strong>UFSC</strong> e pelo <strong>Laboratório de Hidroponia</strong> – <strong>LabHidro</strong>, com apoio da FAPESC, CNPq e empresas parceiras, tem por objetivo promover a interação entre os produtores de hidropônicos e suas experiências, permitir o intercâmbio de informações com os palestrantes, consolidar redes de pesquisa, fortalecer a representatividade da hidroponia na produção nacional de hortícolas, proporcionar maior visibilidade das ações da hidroponia e sua interação com os diversos setores da sociedade e contribuir para o avanço do conhecimento científico e tecnológico do cultivo hidropônico no país.</p>
<p><a href="http://www.encontrohidroponia.com.br/" target="_blank" class="button small gray"><span>Encontro Brasileiro de Hidroponia</span></a>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/6%c2%ba-encontro-brasileiro-de-hidroponia' addthis:title='6º Encontro Brasileiro de Hidroponia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/6%c2%ba-encontro-brasileiro-de-hidroponia"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/09/encontro_brasileiro_hidroponia_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="encontro_brasileiro_hidroponia_1" title="encontro_brasileiro_hidroponia_1" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Curso de Hidroponia</title>
		<link>http://www.omniplast.com.br/curso-de-hidroponia</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 15:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hidroponia]]></category>
		<category><![CDATA[hortaliças hidropônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Hidroponia é uma técnica alternativa de cultivo protegido. O solo é substituído por uma solução líquida contando minerais indispensáveis aos vegetais. A rede internacional, através do site www.faculdadelivre.com.br, está disponibilizando várias modalidades de cursos à distância de Hidroponia. São eles: O conteúdo do curso abrange todas as áreas dessa técnica de cultivo como conceitos [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/curso-de-hidroponia"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/09/P3010344-e1315148755418-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="P3010344" title="P3010344" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/curso-de-hidroponia' addthis:title='Curso de Hidroponia '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>A Hidroponia é uma técnica alternativa de cultivo protegido. O solo é substituído por uma solução líquida contando minerais indispensáveis aos vegetais. A rede internacional, através do site www.faculdadelivre.com.br, está disponibilizando várias modalidades de cursos à distância de Hidroponia. São eles:</p>
<ul class="list4 list_color_green">
<li> Curso de Hidroponia Pratica &#8211; Como Produzir Tomates &#8211; DVD Curso de Hidroponia Solução Nutritiva</li>
<li>Curso de Hidroponia Pratica &#8211; Como Produzir Tomates &#8211; Dvd</li>
<li>Curso de Hidroponia Floating &#8211; Instalação e Manejo &#8211; Dvd</li>
<li>Curso de Hidroponia Cultivo de Tomate Curso de Hidroponia de Plantas Aromatica, Condimentares e Medicinais &#8211; DVD</li>
<li>Curso de Hidroponia Comercial &#8211; Alface e Hortelã &#8211; DVD</li>
<li>Curso de Hidroponia &#8211; O Cultivo Sem Solo Curso de Hidroponia Comercial &#8211; Alface e Hortelã &#8211; Dvd</li>
<li>Curso de Hidroponia &#8211; Controle de Pragas e Doenças da Alface</li>
</ul>
<p>O conteúdo do curso abrange todas as áreas dessa técnica de cultivo como conceitos &#8211; cultivo sem solo, hidroponia, cultivo em água, ferti-irrigação, substrato, solução nutritiva, vantagens e desvantagens da hidroponia, diferença entre agricultura orgânica e hidroponia,  qualidade da água, etc.</p>
<p><a href="http://www.faculdadelivre.com.br/?sec=cursos_busca&#038;consulta=hidroponia" target="_blank" class="button small gray"><span>Acesse e confira</span></a>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/curso-de-hidroponia' addthis:title='Curso de Hidroponia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
<div><a href="http://www.omniplast.com.br/curso-de-hidroponia"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/09/P3010344-e1315148755418-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="P3010344" title="P3010344" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aquecimento global já afeta o mundo inteiro</title>
		<link>http://www.omniplast.com.br/aquecimento-global-ja-afeta-o-mundo-inteiro</link>
		<comments>http://www.omniplast.com.br/aquecimento-global-ja-afeta-o-mundo-inteiro#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 03:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso planeta está passando por mudanças drásticas que afetam diretamente nossa maneira de produzir, consumir e interagir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/aquecimento-global-ja-afeta-o-mundo-inteiro' addthis:title='Aquecimento global já afeta o mundo inteiro '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<blockquote class="alignleft"><p>Relatório do IPCC aponta os países pobres como os mais vulneráveis à mudança do clima.</p></blockquote>
<p>As mudanças climáticas já afetam todos os continentes e a maioria dos oceanos. Essa é a conclusão apresentada pelo Grupo de Trabalho II do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). A afirmação foi divulgada em um relatório que trata dos impactos, adaptação e vulnerabilidades, dia 6 de abril, em Bruxelas, Bélgica.</p>
<p>A principal mudança identificada é o aumento da temperatura em todas as regiões analisadas. Todo o planeta terá perdas significativas na produtividade de alimentos, redução da disponibilidade de água e de florestas, aumento da incidência de doenças e problemas de saúde. O IPCC atribui à ação antropogênica (do homem) todas essas alterações.</p>
<p><img width="220" height="150"alt="" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/themes/striking/cache/images/img14-220x150.jpg" /> O relatório é considerado por ambientalistas – e por alguns pesquisadores – incompleto, pois não inclui vetores como incêndios florestais e desmatamentos na análise. Apesar disso, o quadro é preocupante. De acordo com o relatório, o grupo que reúne cerca de 2,5 mil cientistas atribuiu um índice de 80% de certeza que os sistemas hidrológicos mundiais já foram afetados pelas mudanças ambientais. Há também entre 90% e 100% de certeza que o aquecimento global mudou hábitos de uma ampla variedade de espécies animais, como a alteração de seu fluxo migratório. O mesmo índice de certeza é atribuído à alteração na passagem das estações do ano: a chegada da primavera acontece mais cedo e os períodos de calor se tornaram mais extensos.</p>
<p><strong>Impacto profundo</strong><br />
Nosso planeta está passando por mudanças drásticas que afetam diretamente nossa maneira de produzir, consumir e interagir com a natureza e nossos semelhantes. Nos últimos 150 anos a temperatura do Planeta aumentou em 0,75ºC, o oceano se elevou de 10 a 20cm e sua temperatura aumentou em 0,36ºC até 300m de profundidade, a espessura da cobertura de gelo do Ártico diminuiu em 40% e as geleiras terrestres vêm se retraindo de forma contínua. Como entender essas mudanças?</p>
<p>Desde a sua fundação, a FBDS vem tratando desse tema nos aspectos fundamentais e na solução dos problemas, tendo contribuído para aprimorar as negociações nacionais e internacionais que se desenvolveram desde 1992. Reúne equipes multidisciplinares para antecipar as questões centrais, principalmente no que toca aos ecossistemas brasileiros, reunidas em bancos de dados especializados onde são relatados os principais impactos.</p>
<p>Um novo tipo de empresa tem surgido no cenário internacional. Socialmente responsável, preocupada com questões ambientais, estas organizações incluem em seus planejamentos estratégicos questões muito mais abrangentes do que as tradicionais metas econômico-financeiras.</p>
<p>São corporações preocupadas com sua inserção no meio onde operam que buscam levar em conta necessidades e preocupações de todos os seus públicos de interesse &#8211; clientes, empregados, comunidades, governo, parceiros, fornecedores. E mais: visam a criação de valor ao acionista no longo prazo.</p>
<p>Entre outras características podemos citar a transparência frente a investidores, padrões de governança elevados e a gestão de recursos humanos orientada pela capacitação e satisfação de seus funcionários.</p>
<p>O sucesso deste tipo de empresa é constantemente apontado por investidores nos EUA e na Europa, que, há algum tempo, passam a analisar em suas prospecções, os índices e relatórios de sustentabilidade, além de outros indicadores, divulgados pelas Bolas de Nova York e Londres.</p>
<p>A FBDS acredita ser importante fomentar esta nova postura das corporações brasileiras e vem desenvolvendo formas de parceria, buscando auxiliar as empresas a identificar oportunidades e implantar novas práticas. Responsabilidade social corporativa é um projeto de estratégia, gestão corporativa e postura perante a sociedade, para o qual a FBDS está habilitada a ajudá-lo.</p>
<p>O relatório apresentado contêm as projeções de efeitos que o aquecimento global causará em diversas regiões. Elas foram agrupadas dada seguinte maneira: África, Ásia, Austrália e Nova Zelândia, Europa, América Latina, América do Norte, regiões polares e pequenas ilhas. De forma geral, todas essas localidades sentirão os impactos. Dependendo de sua capacidade de adaptação às mudanças do clima e vulnerabilidades, cada um os sentirá com intensidade diferente.</p>
<p>Outra certeza dos cientistas é que as nações pobres serão as mais prejudicadas por sua dificuldade em adaptar-se. Assim, a África é apontada no relatório como uma das regiões mais vulneráveis ao aquecimento global. De acordo com o climatologista e membro brasileiro do IPCC Carlos Nobre, esse é um enorme problema ético. “Todos os países africanos, somados, contribuiram cerca de 2% das emissões de gases de efeito estufa. Agora eles serão os mais prejudicados”, explica.</p>
<blockquote class="alignleft"><p>Para o IPCC, dependendo do cenário, entre 75 e 250 milhões de pessoas naquele continente sofrerão com secas e falta de alimento até 2020.</p></blockquote>
<p> Na América Latina, o principal efeito do aquecimento global será a savanização da região oeste da floresta amazônica, por volta de 2050. O Nordeste brasileiro, caracterizado pela caatinga, poderá se tornar uma região árida. O relatório destaca ainda os esforços dos países da região para conservar os ecossistemas, mas limita os resultados que serão obtidos devido a fatores como a falta de informações básicas consistentes, capacidade de aplicação de políticas públicas, ocupação em áreas vulneráveis às mudanças climáticas, entre outros.
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.omniplast.com.br/aquecimento-global-ja-afeta-o-mundo-inteiro' addthis:title='Aquecimento global já afeta o mundo inteiro ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
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		<title>Reuso de água</title>
		<link>http://www.omniplast.com.br/reuso-de-agua</link>
		<comments>http://www.omniplast.com.br/reuso-de-agua#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 03:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Demarchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reutilização ou reuso de água ou, ainda em outra forma de expressão, o uso de águas residuárias, não é um conceito novo e tem sido praticado em todo o mundo há muitos anos. Existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. No entanto, a [...]<div><a href="http://www.omniplast.com.br/reuso-de-agua"><img width="150" height="150" src="http://www.omniplast.com.br/wp-content/uploads/2011/08/água-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="água" title="água" /></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.omniplast.com.br/reuso-de-agua' addthis:title='Reuso de água '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>
<p>A reutilização ou reuso de água ou, ainda em outra forma de expressão, o uso de águas residuárias, não é um conceito novo e tem sido praticado em todo o mundo há muitos anos. Existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. No entanto, a demanda crescente por água tem feito do reuso planejado da água um tema atual e de grande importância. Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.</p>
<p>Dentro dessa ótica, os esgotos tratados têm um papel fundamental no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como um substituto para o uso de águas destinadas a fins agrícolas e de irrigação, entre outros. Ao liberar as fontes de água de boa qualidade para abastecimento público e outros usos prioritários, o uso de esgotos contribui para a conservação dos recursos e acrescenta uma dimensão econômica ao planejamento dos recursos hídricos.</p>
<p>O ”reuso” reduz a demanda sobre os mananciais de água devido à substituição da água potável por uma água de qualidade inferior. Essa prática, atualmente muito discutida, posta em evidência e já utilizada em alguns países é baseada no conceito de substituição de mananciais. Tal substituição é possível em função da qualidade requerida para um uso específico. Dessa forma, grandes volumes de água potável podem ser poupados pelo reuso quando se utiliza água de qualidade inferior (geralmente efluentes pós-tratados) para atendimento das finalidades que podem prescindir desse recurso dentro dos padrões de potabilidade.</p>
<p>Águas Residuárias</p>
<p>Águas residuais ou residuárias são todas as águas descartadas que resultam da utilização para diversos processos. Exemplos destas águas são:<br />
Águas residuais domésticas:<br />
- provenientes de banhos;<br />
- provenientes de cozinhas;<br />
- provenientes de lavagens de pavimentos domésticos.</p>
<p>Águas residuais industriais:<br />
- resultantes de processos de fabricação.</p>
<p>Águas de infiltração:<br />
- resultam da infiltração nos coletores de água existente nos terrenos.</p>
<p>Águas urbanas:<br />
- resultam de chuvas, lavagem de pavimentos, regas, etc.</p>
<p>As águas residuais transportam uma quantidade apreciável de materiais poluentes que se não forem retirados podem prejudicar a qualidade das águas dos rios, comprometendo não só toda a fauna e flora destes meios, mas também, todas as utilizações que são dadas a estes meios, como sejam, a pesca, a balneabilidade, a navegação, a geração de energia, etc.<br />
É recomendado recolher todas as águas residuais produzidas e transportá-las até a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR). Depois de recolhidas nos coletores, as águas residuais são conduzidas até a estação, onde se processa o seu tratamento.</p>
<p>O tratamento efetuado é, na maioria das vezes, biológico, recorrendo-se ainda a um processo físico para a remoção de sólidos grosseiros. Neste sentido a água residual ao entrar na ETAR passa por um canal onde estão montadas grades em paralelo, que servem para reter os sólidos de maiores dimensões, tais como, paus, pedras, etc., que prejudicam o processo de tratamento. Os resíduos recolhidos são acondicionados em contentores, sendo posteriormente encaminhados para o aterro sanitário.</p>
<p>Muitos destes resíduos têm origem nas residências onde, por falta de instrução e conhecimento das conseqüências de tais ações, deixa-se para o sanitário objetos como: cotonetes, preservativos, absorventes, papel higiênico, etc. Estes resíduos devido às suas características são extremamente difíceis de capturar nas grades e, conseqüentemente, passam para as lagoas prejudicando o processo de tratamento.</p>
<p>A seguir a água residual, já desprovida de sólidos grosseiros, continua o seu caminho pelo mesmo canal onde é feita a medição da quantidade de água que entrará na ETAR. A operação que se segue é a desarenação, que consiste na remoção de sólidos de pequena dimensão, como sejam as areias. Este processo ocorre em dois tanques circulares que se designam por desarenadores. A partir deste ponto a água residual passa a sofrer um tratamento estritamente biológico por recurso a lagoas de estabilização (processo de lagunagem).<br />
O tratamento deverá atender à legislação (Resolução do CONAMA nº 020/86) que define a qualidade de águas em função do uso a que está sujeita, designadamente, águas para consumo humano, águas para suporte de vida aquática, águas balneares e águas de rega.</p>
<p>Tipos de Reuso</p>
<p>A reutilização de água pode ser direta ou indireta, decorrentes de ações planejadas ou não:</p>
<p>- Reuso indireto não planejado da água: ocorre quando a água, utilizada em alguma atividade humana, é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada a jusante, em sua forma diluída, de maneira não intencional e não controlada. Caminhando até o ponto de captação para o novo usuário, a mesma está sujeita às ações naturais do ciclo hidrológico (diluição, autodepuração).<br />
- Reuso indireto planejado da água: ocorre quando os efluentes, depois de tratados, são descarregados de forma planejada nos corpos de águas superficiais ou subterrâneas, para serem utilizadas a jusante, de maneira controlada, no atendimento de algum uso benéfico.<br />
O reuso indireto planejado da água pressupõe que exista também um controle sobre as eventuais novas descargas de efluentes no caminho, garantindo assim que o efluente tratado estará sujeito apenas a misturas com outros efluentes que também atendam ao requisito de qualidade do reuso objetivado.</p>
<p>- Reuso direto planejado das águas: ocorre quando os efluentes, após tratados, são encaminhados diretamente de seu ponto de descarga até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. É o caso com maior ocorrência, destinando-se a uso em indústria ou irrigação.</p>
<p>Aplicações da Água Reciclada</p>
<p>- Irrigação paisagística: parques, cemitérios, campos de golfe, faixas de domínio de auto-estradas, campus universitários, cinturões verdes, gramados residenciais.<br />
- Irrigação de campos para cultivos &#8211; plantio de forrageiras, plantas fibrosas e de grãos, plantas alimentícias, viveiros de plantas ornamentais, proteção contra geadas.<br />
- Usos industriais: refrigeração, alimentação de caldeiras, água de processamento.<br />
- Recarga de aqüíferos: recarga de aqüíferos potáveis, controle de intrusão marinha, controle de recalques de subsolo.<br />
-Usos urbanos não-potáveis: irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar condicionado, lavagem de veículos, lavagem de ruas e pontos de ônibus, etc.<br />
- Finalidades ambientais: aumento de vazão em cursos de água, aplicação em pântanos, terras alagadas, indústrias de pesca.<br />
- Usos diversos: aqüicultura, construções, controle de poeira, dessedentação de animais.</p>
<p>Problemática no Brasil</p>
<p>No Brasil, a prática do uso de esgotos &#8211; principalmente para a irrigação de hortaliças e de algumas culturas forrageiras &#8211; é de certa forma difundida. Entretanto, constitui-se em um procedimento não institucionalizado e tem se desenvolvido até agora sem nenhuma forma de planejamento ou controle. Na maioria das vezes é totalmente inconsciente por parte do usuário, que utiliza águas altamente poluídas de córregos e rios adjacentes para irrigação de hortaliças e outros vegetais, ignorando que esteja exercendo uma prática danosa à saúde pública dos consumidores e provocando impactos ambientais negativos. Em termos de reuso industrial, a prática começa a se implementar, mas ainda associada a iniciativas isoladas, a maioria das quais, dentro do setor privado.</p>
<p>A lei nº 9.433 de 8 de janeiro de 1997, em seu Capitulo II, Artigo 20, Inciso 1, estabelece, entre os objetivos da Política Nacional de Recursos Hídricos, a necessidade de “assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos”. Verificou-se, por intermédio dos Planos Diretores de Recursos Hídricos de bacias hidrográficas &#8211; em levantamento realizado a fim de se conhecer mais profundamente a realidade nas diversas bacias hidrográficas brasileiras &#8211; que há a identificação de problemas relativamente à questão de saneamento básico, coleta e tratamento de esgotos e propostas para a implementação de planos de saneamento básico. Entretanto, não se consegue identificar atividades de reuso de água utilizando efluentes pós-tratados per sei. Isso deve-se ao fato, talvez, do ainda relativo desconhecimento dessa tecnologia e por motivos de ordem sócio-cultural.</p>
<p>Mesmo assim, considerando que já existe atividade de reuso de água com fins agrícolas em certas regiões do Brasil, a qual é exercida de maneira informal e sem as salvaguardas ambientais e de saúde pública adequadas, torna-se necessário institucionalizar, regulamentar e promover o setor através da criação de estruturas de gestão, preparação de legislação, disseminação de informação, e do desenvolvimento de tecnologias compatíveis com as nossas condições técnicas, culturais e socioeconômicas.</p>
<p>É nesse sentido que a Superintendência de Cobrança e Conservação &#8211; SCC &#8211; da Agência Nacional de Águas, inova ao pretender iniciar processos de gestão a fim de fomentar e difundir essa tecnologia e ao investigar formas de se estabelecer bases políticas, legais e institucionais para o reuso de água neste país.</p>
<p>Saneamento Básico<br />
Saneamento é o conjunto de medidas, visando a preservar ou modificar as condições do ambiente com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde. Saneamento básico se restringe ao abastecimento de água e disposição de esgotos, mas há quem inclua o lixo nesta categoria. Outras atividades de saneamento são: controle de animais e insetos, saneamento de alimentos, escolas, locais de trabalho e de lazer e habitações.<br />
Normalmente qualquer atividade de saneamento tem os seguintes objetivos: controle e prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida da população, melhorar a produtividade do indivíduo e facilitar a atividade econômica.</p>
<p>Abastecimento de água</p>
<p>A água própria para o consumo humano chama-se água potável. Para ser considerada como tal ela deve obedecer a padrões de potabilidade. Se ela tem substâncias que modificam estes padrões ela é considerada poluída. As substâncias que indicam poluição por matéria orgânica são: compostos nitrogenados, oxigênio consumido e cloretos. Para o abastecimento de água, a melhor saída é a solução coletiva, excetuando-se comunidades rurais muito afastadas.</p>
<p>Distribuição</p>
<p>As redes de abastecimento funcionam sob o princípio dos vasos comunicantes. A água necessita de tratamento para se adequar ao consumo. Mas todos os métodos têm suas limitações, por isso não é possível tratar água de esgoto para torná-la potável. Os métodos vão desde a simples fervura até correção de dureza e corrosão.</p>
<p>Sistema de esgotos</p>
<p>Despejos são compostos de materiais rejeitados ou eliminados devido à atividade normal de uma comunidade. O sistema de esgotos existe para afastar a possibilidade de contato de despejos, esgoto e dejetos humanos com a população, águas de abastecimento, vetores de doenças e alimentos. O sistema de esgotos ajuda a reduzir despesas com o tratamento tanto da água de abastecimento quanto das doenças provocadas pelo contato humano com os dejetos, além de controlar a poluição das praias.</p>
<p>O esgoto (também chamado de águas servidas) pode ser de vários tipos: sanitário (água usada para fins higiênicos e industriais), sépticos (em fase de putrefação), pluviais (águas pluviais), combinado (sanitário + pluvial), cru (sem tratamento), fresco (recente, ainda com oxigênio livre).Existem soluções para a retirada do esgoto e dos dejetos, havendo ou não água encanada.</p>
<p>Existem três tipos de sistemas de esgotos:<br />
• Sistema unitário: é a coleta do esgotos pluviais, domésticos e industriais em um único coletor. Tem custo de implantação elevado, assim como o tratamento também é caro.<br />
• Sistema separador: o esgoto doméstico e industrial ficam separados do esgoto pluvial. É o usado no Brasil. O custo de implantação é menor, pois as águas pluviais não são tão prejudiciais quanto o esgoto doméstico, que tem prioridade por necessitar tratamento. Assim como o esgoto industrial nem sempre pode se juntar ao esgoto sanitário sem tratamento especial prévio.<br />
• Sistema misto: a rede recebe o esgoto sanitário e uma parte de águas pluviais.<br />
A contribuição domiciliar para o esgoto está diretamente relacionada com o consumo de água. As diferenças entre água e esgoto é a quantidade de microorganismos no último, que é tremendamente maior. O esgoto não precisa ser tratado, depende das condições locais, desde que estas permitam a oxidação. Quando isso não é possível, ele é tratado em uma Estação de Tratamento de Água Residual (ETAR).</p>
<p>Disposição do Lixo</p>
<p>O lixo é o conjunto de resíduos sólidos resultantes da atividade humana. Ele é constituído de substâncias putrescíveis, combustíveis e incombustíveis. O lixo tem que ser bem acondicionado para facilitar sua remoção.</p>
<p>Às vezes, a parte orgânica do lixo é triturada e jogada na rede de esgoto. Se isso facilita a remoção do lixo e sua possível coleta seletiva, também representa mais uma carga para o sistema de esgotos.</p>
<p>Enquanto a parte inorgânica do lixo vai para a possível reciclagem, a orgânica pode ir para a alimentação dos porcos. O sistema de coleta tem que ter periodicidade regular, intervalos curtos, e a coleta noturna ainda é a melhor, apesar dos ruídos.<br />
O lixo não deve ser lançado em rios, mares ou a céu aberto, pode ser enterrado, ir para um aterro sanitário (o mais indicado) ou incinerado (queimado). </p>
<p>Saneamento Ambiental<br />
Investimentos em saneamento, principalmente no tratamento de esgotos, diminui a incidência de doenças e internações hospitalares e evita o comprometimento dos recursos hídricos do município.</p>
<p>A percepção de que a maior parte das doenças são transmitidas principalmente através do contato com a água poluída e esgotos não tratados levou os especialistas a procurar as soluções integrando várias áreas da administração pública.</p>
<p>Atualmente, emprega-se o conceito mais adequado de saneamento ambiental. Com o crescimento desordenado das cidades, no entanto, as obras de saneamento têm se restringido ao atendimento de emergências: evitar o aumento do número de vítimas de desabamento, contornar o problema de enchentes ou controlar epidemias.</p>
<p>O saneamento é de responsabilidade do município. No entanto, em virtude dos custos envolvidos, algumas das principais obras sempre foram administradas por órgãos estaduais ou federais e quase sempre restritas a soluções para o problema como enchentes.</p>
<p>Esgotos, Coleta e Tratamento<br />
Ainda que só 0,1% do esgoto de origem doméstica seja constituído de impurezas de natureza física, química e biológica, e o restante seja água, o contato com esses efluentes e a sua ingestão é responsável por cerca de 80% das doenças e 65% das internações hospitalares. Atualmente, apenas 10% do total de esgotos produzido recebem algum tipo de tratamento, os outros 90% são despejados &#8220;in natura&#8221; nos solos, rios, córregos e nascentes, constituindo-se na maior fonte de degradação do meio ambiente e de proliferação de doenças.</p>
<p>O esgotamento sanitário requer não só a implantação de uma rede de coleta, mas também um adequado sistema de tratamento e disposição final. Alternativas de coleta mais baratas que as convencionais vêm sendo implementadas em algumas cidades brasileiras, como o sistema condominial.</p>
<p>Quanto ao tratamento, há várias opções atualmente disponíveis que devem ser avaliadas segundo critérios de viabilidade técnica e econômica, além de adequação às características topográficas e ambientais da região. Dependendo das necessidades locais, o tratamento pode se resumir aos estágios preliminar, primário e secundário. No entanto, quando o lançamento dos efluentes tratados se der em corpos d’água importantes para a população, seja porque deles se capta a água para o consumo, seja porque são espaços de lazer, recomenda-se também o tratamento terciário seguido de desinfecção, via cloração das águas residuais.</p>
<p>O tratamento preliminar se dá por meio de grades e caixas de areia, visando à retenção dos sólidos em suspensão (galhos e demais materiais mais grosseiros, como terra, areia e gordura decantáveis) que deve ser posteriormente conduzido para aterros sanitários. O tratamento primário é a decantação simples por meio da ação da força da gravidade ou por precipitação química, o que requer o uso de equipamentos. Nesse estágio é gerado o lodo primário que deve ser manuseado com cuidado e tratado por processos de secagem ou incineração antes da sua disposição no solo. No tratamento secundário são removidos os sólidos finos suspensos que não decantam, e são digeridos por bactérias.</p>
<p>Investir no saneamento do município melhora a qualidade de vida da população, bem como a proteção ao meio ambiente urbano. Combinado com políticas de saúde e habitação, o saneamento ambiental diminui a incidência de doenças e internações hospitalares. Por evitar comprometer os recursos hídricos disponíveis na região, o saneamento ambiental garante o abastecimento e a qualidade da água. Além disso, melhorando a qualidade ambiental, o município torna-se atrativo para investimentos externos, podendo inclusive desenvolver sua vocação turística.<br />
Nas obras de instalação da rede de coleta de esgotos poderão ser empregados os moradores locais, gerando emprego e renda para a população beneficiada, que também pode colaborar na manutenção e operação dos equipamentos.</p>
<p>Conduzido pela administração pública municipal, o saneamento ambiental é uma excelente oportunidade para desenvolver instrumentos de educação sanitária e ambiental, o que aumenta sua eficácia e eficiência. Por meio da participação popular ampliam-se os mecanismos de controle externo da administração pública, concorrendo também para a garantia da continuidade na prestação dos serviços e para o exercício da cidadania.</p>
<p>Apesar de requerer investimentos para as obras iniciais, as empresas de saneamento municipais são financiadas pela cobrança de tarifas (água e esgoto) o que garante a amortização das dívidas contraídas e a sustentabilidade a médio prazo. Como a cobrança é realizada em função do consumo (o total de esgoto produzido por domicílio é calculado em função do consumo de água), os administradores públicos podem implementar políticas educativas de economia em épocas de escassez de água e praticar uma cobrança justa e escalonada.</p>
<p>Etapas do Tratamento</p>
<p>O tratamento de água é iniciado nas barragens, através de um serviço de proteção aos mananciais que tem como objetivo principal, evitar a poluição da água por detritos, impurezas e mesmo lançamentos de origem doméstica, agrícola ou industrial, que desta ou daquela maneira, alterem a qualidade dos mesmos. Um serviço de hidrobiologia, controla o crescimento excessivo de algas e outros microorganismos, através de análises de rotina, onde há dado o brado de alerta, quando o mesmo atinge um número superior a 1000 microorganismos/cm3; é feito, nesses casos, uma desinfecção do manancial com sulfato de cobre, ou hipoclorito de sódio a depender da sensibilidade das algas a este ou aquele algicida. Após ser captada nos mananciais e chegar à estação de tratamento, a água recebe tratamentos diversos enumerados a seguir:</p>
<p>1. Floculação<br />
Floculação é o processo no qual a água recebe substâncias químicas, que pode ser o sulfato de alumínio, sulfato ferroso, entre outras. Este produto faz com que as impurezas da água reajam com a substância química, formando compostos mais pesados, flocos, para serem facilmente removidos no processo seguinte.</p>
<p>2. Decantação<br />
Na decantação, como os flocos de sujeira são mais pesados do que a água, caem e se depositam no fundo do decantador. O período médio de retenção da água nesses tanques é de três horas.</p>
<p>3. Filtração<br />
Nesta fase, a água passa por várias camadas filtrantes, compostas por areias de granulometria variada, onde ocorre a retenção dos flocos menores que não ficaram na decantação. A água então fica livre das impurezas. Estas três etapas: floculação, decantação e filtração recebem o nome de clarificação. Nesta fase, todas as partículas de impurezas são removidas deixando a água límpida. Mas ainda não está pronta para ser usada. Para garantir a qualidade da água, após a clarificação é feita a desinfecção.</p>
<p>4. Cloração<br />
A cloração consiste na adição de cloro na água clarificada. Este produto é usado para destruição de microorganismos presentes na água, que não foram retidos na etapa anterior. O cloro é aplicado em forma de gás ou em soluções de hipoclorito, numa proporção que varia de acordo com a qualidade da água e de acordo com o cloro residual que se deseja manter na rede de abastecimento. O cloro é utilizado para desinfecção, para reduzir gosto, odor e coloração da água, e é considerado indispensável para a potabilização da água. O cloro é um produto perigoso e exige cuidado no seu manuseio. A associação do cloro com algumas substâncias orgânicas, os chamados trialometanos, ou compostos orgânicos clorados, podem afetar o sistema nervoso central, o fígado e os rins, e também é conhecido como um composto cancerígeno, teratogênico e abortivo. </p>
<p>5. Fluoretação<br />
A fluoretação é uma etapa adicional. O produto aplicado tem a função de colaborar para redução da incidência da cárie dentária. O flúor é aplicado na água usando como produtos fluossilicato de sódio ou ácido fluossilicico.</p>
<p>6. Análises laboratoriais<br />
Cada Estação de Tratamento de Água (ETA) possui um laboratório que processa análises e exames físico-químicos e bacteriológicos destinados à avaliação da qualidade da água, desde o manancial até o sistema de distribuição. Além disso, pode existir um laboratório especial que faz a aferição de todos os sistemas e também realiza exames como a identificação de resíduos de pesticidas, metais pesados e plâncton. Esses exames são feitos na água bruta, durante o tratamento e em pontos da rede de distribuição, de acordo com o que estabelece a legislação em vigor.</p>
<p>7. Bombeamento<br />
Concluído o tratamento, a água é armazenada em reservatórios e segue até as residências através de canalizações.</p>
<p>Tubulações das residências</p>
<p>Antigamente, eram usadas tubulações de chumbo e ferro nas residências. Esses materiais provocavam inúmeros problemas, como: vazamentos, deterioração dos equipamentos e da qualidade da água, contaminação humana. Atualmente, esses materiais foram substituídos pelo PVC (Policloreto de Vinila), pois é considerado mais adequado, facilita a instalação, os reparos e provoca menos vazamentos. No entanto, há uma séria polêmica sobre este material, considerado uma das substâncias mais tóxicas produzidas pelo homem.</p>
<p>Existem intensas pesquisas sobre o PVC. Segundo alguns pesquisadores, as tubulações em PVC (não somente as tubulações, mas outros produtos de PVC) representam um enorme perigo à saúde. É o único plástico que não é produzido unicamente a partir do petróleo. É fabricado a partir da mistura de sal marinho (57%) e petróleo (eteno, 43%). A produção de PVC é a fonte principal de duas substâncias químicas conhecidas por provocarem disfunções hormonais: a dioxina e o ftalatos. Essas substâncias provocam a diminuição da produção de esperma e outros problemas reprodutivos, como: endometriose, câncer de mama, de próstata e vesícula e repressão do sistema imunológico. A dioxina é produzida e liberada durante a produção do PVC e é muito tóxica.</p>
<p>Filtro de Carvão Ativado </p>
<p>O Filtro de Carvão Ativado é um equipamento que tem por finalidade primordial a remoção de cloro livre e de matéria orgânica, agentes estes que causam gosto e cor na água filtrada e podem eventualmente oxidar as resinas de troca iônica utilizadas em tratamento de água para geradores de vapor, hospitais, indústrias farmacêuticas.</p>
<p>O filtro é constituído por um vaso metálico à pressão com uma camada de carvão ativado, disposto internamente sobre um fundo falso provido de coletores plásticos ou em inox. Na parte externa, a operação de filtragem ou lavagem, é feita através de manobra de válvulas, que podem ter acionamento manual ou pneumático.</p>
<p>O funcionamento do filtro é bastante simples, ou seja em regime normal a água entra pela parte superior do aparelho, atravessa o leito de carvão ativo e flui pelo bocal inferior. A lavagem é feita normalmente a cada dois dias, passando-se água filtrada em contra corrente (de baixo p/ cima).</p>
<p>O filtro pode ser capaz de remover resquícios de agrotóxicos presentes na água, cujo tratamento não conseguiu remover.</p>
<p>Metais Pesados </p>
<p>Os despejos de resíduos industriais são as principais fontes de contaminação das águas dos rios com metais pesados. Indústrias metalúrgicas, de tintas, de cloro e de plástico PVC (vinil), entre outras, utilizam mercúrio e diversos metais em suas linhas de produção e acabam lançando parte deles nos cursos de água. Outra fonte importante de contaminação do ambiente por metais pesados são os incineradores de lixo urbano e industrial, que provocam a sua volatilização e formam cinzas ricas em metais, principalmente mercúrio, chumbo e cádmio.<br />
Os metais pesados não podem ser destruídos e são altamente reativos do ponto de vista químico, o que explica a dificuldade de encontrá-los em estado puro na natureza. Normalmente apresentam-se em concentrações muito pequenas, associados a outros elementos químicos, formando minerais em rochas. Quando lançados na água como resíduos industriais, podem ser absorvido pelos tecidos animais e vegetais.</p>
<p>Uma vez que os rios deságuam no mar, estes poluentes podem alcançar as águas salgadas e, em parte, depositar-se no leito oceânico. Além disso, os metais contidos nos tecidos dos organismos vivos que habitam os mares acabam também se depositando, cedo ou tarde, nos sedimentos, representando um estoque permanente de contaminação para a fauna e a flora aquáticas.</p>
<p>Estas substâncias tóxicas também depositam-se no solo ou em corpos d&#8217;água de regiões mais distantes, graças à movimentação das massas de ar. Assim, os metais pesados podem se acumular em todos os organismos que constituem a cadeia alimentar do homem. É claro que populações residentes em locais próximos a indústrias ou incineradores correm maiores riscos de contaminação.</p>
<p>Os metais pesados podem ser eliminados da água através de um tratamento específico. Quando detectados na água &#8220;in natura&#8221;, é feito um pré-tratamento também com substâncias químicas, formando também compostos mais pesados, que se depositam no fundo dos tanques de tratamento. Após esta etapa, a água segue para o tratamento tradicional. </p>
<p>Tratamento de Efluentes</p>
<p>O esgoto é tratado nas Estações de Tratamento de Efluentes e o tipo de tratamento varia de acordo com a região. A água resultante desse tratamento pode ser reutilizada para fins não nobres, como, por exemplo, alguns usos industriais. Quando não reutilizada, é lançada diretamente nos rios. No Brasil, são despejados diariamente nos córregos e rios cerca de 10 bilhões de m3 de esgoto. Apenas 4% recebem algum tipo de tratamento.</p>
<p>Fase Líquida</p>
<p>1. Tratamento preliminar<br />
O esgoto bruto atravessa grades de diversos tamanhos, que retêm os materiais presentes, como latas, papelão, estopas e trapos. Na seqüência, uma caixa faz a remoção da areia contida no esgoto.</p>
<p>2. Tratamento primário<br />
O esgoto líquido passa por um processo de decantação, em que são separados sedimentos, gorduras e óleos. O líquido resultante do decantador primário passa pelo tanque de aeração. Combinando-se a agitação do esgoto com a injeção de ar, desenvolve-se uma massa de microorganismos chamada &#8220;lodos ativados&#8221;. Os microorganismos alimentam-se da matéria orgânica e se proliferam. Em um novo processo de decantação (secundário), é retirado o lodo ativado e o líquido é devolvido ao meio ambiente livre da sujeira.</p>
<p>Fase Sólida<br />
O lodo passa por um condicionamento químico para melhorar suas condições de desidratação. A última etapa do tratamento acontece em um filtro-prensa, onde é retirada mais umidade do lodo, que depois é encaminhado a aterros sanitários ou para utilização como fertilizante na agricultura. A utilização do lodo na agricultura ainda é muito questionável devido a sua freqüente contaminação com metais pesados.</p>
<p>3. Tratamento do lodo<br />
Essa etapa é desenvolvida nos digestores primários e secundários, que são grandes tanques fechados, onde a ausência de oxigênio transforma o lodo em matéria mineralizada, com baixa carga orgânica e poucas bactérias. Nos digestores ocorre a produção de gás. O lodo é encaminhado para aterros sanitários ou para utilização como fertilizante na agricultura.<br />
Dentre os produtos de limpeza que mais dificultam o tratamento estão os detergentes sintéticos não biodegradáveis, fabricados a partir do benzeno e do ácido sulfúrico. As bactérias não conseguem atacá-los e quebrá-los em porções menores e, assim, eles permanecem, formando as espumas brancas que podem ser observadas nos rios.<br />
Os detergentes sintéticos têm várias aplicações, desde o uso doméstico nas louças até o uso industrial, passando pelo sabão em pó, dentre outros. O detergente sintético não biodegradável é conhecido quimicamente por ABS &#8211; Alquio Benzeno Sulfanato de Sódio. O detergente biodegradável é o Alquio Sulfanato Linear.<br />
O despejo de óleos no sistema de esgotos é também muito impactante. Os óleos e graxas causam o entupimento da rede de esgotos; além de não serem degradáveis (não podem ser dissolvidos pela água).</p>
<p>Tratamento de Efluentes Industriais</p>
<p>Cada estado tem suas próprias leis de controle ambiental. Em São Paulo, que regula as emissões industriais é a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). Nesse estado, os limites de emissão de qualquer fonte de poluição nas águas são definidos de acordo com a classificação anterior da água. São quatro classes conhecidas, cada uma delas identificada com as possibilidades de utilização e também com os limites de poluição aceitáveis.</p>
<p>No caso de constatação de alguma irregularidade, a indústria responsável pela emissão responde por um processo administrativo, que penaliza com multas, paralização ou encerramento das atividades. A indústria, ainda por conta da Lei 9.605/98 (e seu decreto 3.179/99), responde a uma processo criminal, que pode resultar em prisão dos funcionários/proprietários responsáveis. Dessa forma, a indústria precisa garantir (por meio da implantação de uma Estação de Tratamento de Efluentes) que seus efluentes estejam em concordância com as determinações da lei. A cobrança pelo uso da água, como vimos anteriormente, visa justamente evitar que os esgotos sejam lançados nos rios. Quem fizer, pagará por isso. É o conceito do poluidor-pagador. Vale lembrar que sairá mais barato para o empresário tratar do esgoto do que pagar pelo uso da água.
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